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Investigação e ensino


HISTÓRIA DA MEDICINA  2013/2014

Disciplina de História da Medicina


CURSO DE MESTRADO INTEGRADO EM MEDICINA
DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE LISBOA

Regentes:

António Castanheira Dinis; Manuel Valente Alves

Docentes:

Ana Gomes de Almeida
António Castanheira Dinis
Armando Brito de Sá
Carlos Perdigão
Diogo Telles Correia
Figueiredo de Lima
Francisco Antunes
Isabel Fonseca
João Lobo Antunes
Jorge Soares
José Pereira Miguel
Leonor Parreira
Manuel Valente Alves
 

Bibliografia recomendada:

Livros

Alves, Manuel Valente. A Faculdade de Medicina de Lisboa – Um olhar sobre a sua História. Lisboa: Gradiva, 2011. > índice pdf

Alves, Manuel Valente. Gabinete de Anatomia - Arpad, Vieira e os desenhos anatómicos do Museu de Medicina. Lisboa: Museu de Medicina da FMUL/ Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva, 2011.  

Antunes, João Lobo. A Nova Medicina. Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2012.

Antunes, João Lobo. Egas Moniz – Uma Biografia. Lisboa: Gradiva, 2011.

Dinis, António Castanheira (editor). Oftalmologia Portuguesa no Século XX. Lisboa: Sociedade Portuguesa de Oftalmologia, 2008.

Lima, Joaquim J. Figueiredo. A luta contra a dor e o sofrimento. E-book. APED.

Osler, William. The Evolution of Modern Medicine [1921]. New York: Kaplan, 2009.

Perdigão, Carlos; Alves, Manuel Valente (editores). Olhares – Fragmentos para uma História da Cardiologia Portuguesa. Lisboa: Sociedade Portuguesa de Cardiologia, 2006.

Porter, Roy (editor). The Cambridge History of Medicine [2006]. New York: Cambridge University Press, 2011.

Sakellarides, Constantino; Alves, Manuel Valente (editores). Lisboa, Saúde e Inovação – do Renascimento aos dias de hoje. Lisboa:  Gradiva/ APPSP, 2008. > índice, prefácio e introdução pdf

 

Artigos

Alves, Manuel Valente. "Cultura Médica e Cosmopolitismo em Portugal nos séculos XIX e XX". RFML 2009; Série III; 14 (1): 3-23. > artigo pdf

Alves, Manuel Valente. "A medicina e a arte de representar o corpo e o mundo através da anatomia". In: Arte médica e imagem do corpo: de Hipócrates ao final do século XVIII. Lisboa: Biblioteca Nacional de Portugal, 2010, pp. 31-50. > artigo pdf

Alves, Manuel Valente. "O projecto do Museu de Medicina, Faculdade de Medicina". In: Lourenço, Marta C; Neto, Maria João (coordenação). Património da Universidade de Lisboa - Ciência e Arte. Lisboa: Universiade de Lisboa/ Edições Tinta-da-China, 2011, pp. 55-66. > artigo df

Lima, J. J. Figueiredo. "Plantas e dor. Contributo para o estudo etnoantropológico da dor". Dor 2010; 18: 5-19. > artigo pdf

Lima, J. J. Fugueiredo. "Paternidades na Luta Contra a Dor". Dor 2013; 21.

Soares, Jorge. "De Mogagni e Virchow: os percursos da anatomia patológica em Lisboa". In: Sakellarides, Constantino; Alves, Manuel Valente (editores). Lisboa, Saúde e Inovação - Do Renascimento aos dias de hoje. Lisboa: Gradiva/APPSP, 2008, pp. 205-213.] > artigo pdf

 


PROJECTOS DE INVESTIGAÇÃO I&D  2011-2013

Decisão política, necessidades colectivas e afirmação profissional: o Hospital de Todos os Santos em perspectiva

O Museu de Medicina colabora neste projecto do Centro de Investigação e Desenvolvimento em Ciências Humanas e Sociais da Universidade de Évora.

Coordenação:
Laurinda Abreu (Universidade de Évora) 

Financiamento:
Fundação para a Ciência e Tecnologia 
 
"Os hospitais podem ser vistos como os locais onde a sociedade, na sua complexidade, está perfeitamente reflectida: a ideologia do progresso (científico e social), a equidade, a profissionalização, as inovações arquitectónicas e a sofisticação da organização e gestão dos profissionais médicos e dos pacientes. Consequentemente, o Estado, as instituições e os diferentes actores, estão envolvidos na formatação e no financiamento destas instituições. Cada mudança na história dos hospitais está ligada a uma mudança de maior envergadura nos valores, nas técnicas e na sensibilidade para os problemas sociais. Estas mudanças também implementam novos valores e concepções e novos padrões de gestão na sociedade. Actualmente, os hospitais e todos os actores neles envolvidos enfrentam momentos de incerteza. O conhecimento empírico das experiências anteriores, contextualizado em termos políticos, sociais e económicos, é central para o debate e ajuda a explicar não apenas a mudança do papel dos hospitais e a sua contínua necessidade de legitimidade, mas também a importância das suas representações sociais. Como explicar, por exemplo, a escolha do nome de Hospital de Todos os Santos, nome do primeiro Hospital Geral Português, c. 1500, para designar o mais avançado hospital a construir em Lisboa? A história dos hospitais tem sido fortemente influenciada pela evolução da historiografia, ainda que novas pesquisas neste campo sejam raras em Portugal. A história do Hospital de Todos os Santos, construído segundo o modelo do Hospital de St. Maria Nuova de Florença, não tem sido estudada de acordo com as problemáticas e os métodos contemporâneos. Os principais textos que o referem foram escritos por médicos que procuraram confirmar a sua visão teleológica da história da saúde e do bem-estar, formatada pela tradicional história heróica da medicina. Enquadrada nas novas abordagens ao sistema de caridade e saúde que temos desenvolvido para o Portugal Moderno, propomos-nos criar um novo momento na historiografia dos hospitais portugueses, considerando as motivações religiosas, a heróica visão da medicina e as primeiras teorias de Foucault como abordagens parciais. A prioridade desta investigação é, partindo do Hospital de Todos os Santos, integrar a história dos hospitais num contexto histórico mais complexo, de maior utilidade para os dias de hoje, focando os momentos de mudança e trabalhando na articulação entre o curto prazo e a perspectiva de média-longa duração." 

 

 


PROJECTOS DE INVESTIGAÇÃO I&D 2007-2010
  

Filosofia, Medicina e Sociedade

O Museu de Medicina colaborou neste projecto do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa. 

Coordenação:
Adelino Cardoso (Universidade de Lisboa)

Financiamento:
Fundação para a Ciência e Tecnologia

A relação entre filosofia e medicina é uma das linhas estruturantes do programa de investigação desenvolvido pelo Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa (CFUL). De facto, na actualidade tal como na já longa história da racionalidade, constata-se a existência de uma afinidade muito estreita entre filosofia e medicina. Tal afinidade revela-se, desde logo, na problematicidade imanente ao saber médico e ao seu exercício. Com efeito, a medicina levanta questões de inteligibilidade, genuinamente filosóficas, no que respeita ao estatuto do saber médico, à necessidade ou contingência das patologias, ao modo de articulação entre o local e o global, o singular e o universal, a ordem e a desordem.

A especificidade da medicina no campo dos saberes revela-se, desde logo, no modo como ela se relaciona com a sua história e com as tradições locais. De facto, o progresso extraordinário da medicina desde o início do século XIX – a que não é alheia a fundação do hospital – não tira interesse a procedimentos e representações médicos tradicionais. Diferentemente das outras ciências, o vínculo entre tradição e inovação é congénito à medicina moderna, residindo aí um ponto de afinidade entre filosofia e medicina.

Essa afinidade é ainda mais estreita ao nível da problematicidade imanente ao saber médico e ao seu exercício. O médico confronta-se com o sentido de fenómenos anómalos, que perturbam o curso normal da natureza, a perfeição do ser afectado. Tais fenómenos são intrinsecamente inteligíveis ou são inteiramente refractários à ordem natural? Tal afecção, que se manifesta de um modo único, é um fenómeno isolado ou um caso singular que evidencia uma ordem regular no dinamismo da physis? A natureza tem a capacidade de curar a afecção pelo seu poder regenerador ou exige-se a intervenção de algum agente exterior para aperfeiçoar e restabelecer a natureza? Em que medida é que a ambiência exterior influencia os estados, mormente patológicos, do sujeito? Qual a relação entre a parte afectada, o organismo na sua globalidade e o ser total do paciente? A qualidade da relação médico-doente contribui para a eficácia do acto médico? Qual a boa conduta do médico em face do doente? Em que medida e sob que forma é que a doença afecta a identidade do seu portador? Qual o significado humano e cultural da doença? De que modo é que ela é assimilada e integrada na experiência do eu? Como se ajustam técnica e natureza?

O médico perfeito é um homem prudente, com um apurado sentido da medida, que sabe distinguir o possível do impossível, ou alguém que confia no progresso ilimitado da técnica e da arte? A doença acompanha forçosamente o curso da existência humana ou pode-se erradicá-la actuando sobre as predisposições desde a formação do embrião?
Em síntese, a medicina levanta questões de inteligibilidade no que respeita ao estatuto do saber médico, à necessidade ou contingência das patologias, ao modo de articulação entre o local e o global, o singular e o universal, a ordem e a desordem. Trata-se de questões genuinamente filosóficas, que importa submeter ao crivo da razão filosófica.

Este projecto tem os seguintes objectivos: a) aprofundar o vínculo entre Filosofia e Medicina, explorando a inteligibilidade recíproca entre uma e outra; b) determinar a especificidade da Medicina no âmbito dos saberes; c) apurar em que medida a qualidade da relação médico-doente interfere na eficácia do acto médico; d) evidenciar a relevância da filosofia na obra de alguns médicos (Sanches, Glisson, Stahl, Pinel e Claude Bernard) e o impacto dessa obra na produção filosófica; e) indagar o modo de ligação entre tradição e inovação; e) prestar uma atenção especial à génese do novo; f) determinar o significado da fundação do hospital no início do século XIX; g) perspectivar os debates e controvérsias mais relevantes no interior da medicina e entre médicos e filósofos (ex. debate sobre a astrologia judiciária, entre Descartes e Regius, entre Leibniz e Stahl, o debate sobre a anestesia na primeira metade do século XIX); h) caracterizar o ethos médico e analisar as questões fundamentais que estão em debate hoje no domínio da bioética.



Literatura médica e representações do corpo

O Museu de Medicina participou neste projecto I&D do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa.

Coordenação:
Adelino Cardoso (Universidade de Lisboa)

Financiamento:
Fundação para a Ciência e Tecnologia


A medicina é uma ciência peculiar: simultaneamente uma ciência e uma arte, situada no ponto de intersecção de um conjunto de saberes e práticas, colocando agudamente a questão dos valores no interior da própria ciência, e suscitando questões de legitimidade e competência para o exercício do acto médico.

O período que vai do século XVI ao XIX é marcado pela revolução científica e pelo triunfo do paradigma newtoniano. A medicina acompanha e participa nas transformações em curso, que vão levá-la de um estado difuso, em que ciência, filosofia e magia se amalgamam, a um saber disciplinar e tendendo para uma especialização máxima.

A abordagem da temática em causa exige uma equipa pluridisciplinar, reunindo médicos, filósofos, sociólogos, psicólogos, entre outros. Assim, o trabalho em curso no Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, sob coordenação de Manuel Silvério Marques e Adelino Cardoso, envolve a colaboração sistemática com o Centro de Estudos de Filosofia da Medicina do IPO-Lisboa, com a Sociedade Portuguesa de Psicossomática, com o Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto (IPATIMUP) e com o Instituto de Ciências Sociais (ICS).

O projecto tem como objectivos principais: a) mostrar ao público a extraordinária riqueza dos espécimes existentes na Biblioteca Nacional no âmbito da literatura médica; b) relevar a produção médica portuguesa; c) evidenciar o significado da inteligiblidade médica na instauração da ciência moderna; d) acompanhar as transformações operadas na organização interna das ciências médicas, assinalando o surgimento de novas disciplinas, a par de géneros literário-científicos que perdem a sua vigência


Exposição e catálogo

Está prevista uma exposição bibliográfica na Biblioteca Nacional, no início de 2008, assim como a edição de um catálogo impresso com as obras e autores mais relevantes, e um catálogo em suporte digital com a totalidade dos espécimes existentes.


Edição de uma colecção de obras médicas de autores portugueses

Mais do que em qualquer outro domínio, na medicina há um número significativo de autores portugueses que se evidenciam no aperfeiçoamento da clínica, no debate de questões controversas, na reflexão sobre a ética médica, no esforço inovador em domínios como a estatística, botânica, farmacologia, medicina tropical, investigação naturalista. No intuito de relevar esse valioso património cultural e científico, o CFUL propõe-se, em articulação com as instituições supra-referidas e o Museu de Medicina da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa (MMFMUL), editar uma colecção de obras médicas de autores portugueses, desde o Renascimento à actualidade, a um ritmo desejável de duas obras por ano, no período de 2007-2010: a) Francisco SANCHES, Quod nihil scitur (1581); Opera medica (1636) em três volumes; b) Henrique HENRIQUES, Retrato del Perfecto Medico (1582); c) Francisco Morato ROMA, Luz da medicina pratica racional, e metódica, guia de enfermeiros, directorio de principiantes (Lisboa, 1661) [F. M. Roma foi médico de D. João IV e Luz da medicina pratica racional foi uma das obras médicas que conheceu mais reedições no período de 100 anos: 1672, 1700, 1712, 1726, 1753]; d) Rodrigo de CASTRO, Medicus politicus, seu de officiiis medico-politicis (Hamburgo, 1614) [Esta obra é pioneira no que respeita à ética médica]; e) Jozé FERREIRA, Cirurgia Medico-pharmaceutica deduzida da doutrina stahliana, accõmodada ao curativo deste Paiz; f) João Curvo SEMEDO, Observações médicas doutrinais (Lisboa, 1741).



A imagem na ciência e na arte

O Museu de Medicina participou neste projecto I&D de investigação interdisciplinar do Centro de Filosofia das Ciências da Universidade de Lisboa.

Coordenação:
Olga Pombo (Universidade de Lisboa)

Financiamento:
Fundação para a Ciência e Tecnologia

Data do início: 01.01.2007
Duração / Duration: 3 anos / 3 years

Instituição proponente:
Fundação da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa

Instituições participantes:
Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa
Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa

Unidade de Investigação:
Centro de Filosofia das Ciências da Universidade de Lisboa

Instituição de Acolhimento:
Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa


“Com base numa EQUIPA interdisciplinar, este projecto tem a imagem como OBJECTO central de investigação. A METODOLOGIA será comparativa (estudos de caso), cruzando sempre arte, ciência e filosofia. Faremos o estudo histórico de 4 obras paradigmáticas quanto ao estatuto híbrido que a imagem nelas desempenha, enquanto dispositivo de saber dotado de valor estético vs objecto artístico cognitivamente orientado (Leonardo, Vesalius, Goethe and Darwin). Investigaremos as formas pelas quais a imagem é usada na construção do conceito científico e na comunicação/divulgação da ciência a partir do estudo sistemático da ilustração científica em Portugal e do levantamento exaustivo do seu lugar em 2 revistas portuguesas (científica e de divulgação). Em colaboração com as Faculdades de Medicina e Belas Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL), propomo-nos identificar, catalogar e estudar a inexplorada colecção de desenhos anatómicos do Museu de Medicina, comparando-a com a colecção de desenhos de nu da FBAUL, confrontando assim o estudo científico da anatomia humana e o desenho artístico do corpo humano. Em diálogo com a tradição filosófica e seus desenvolvimentos actuais (Bachelard e Deleuze), queremos questionar a própria natureza da imagem e, se possível, participar na elaboração de uma “filosofia da imagem”. Analisaremos o lugar da imagem em 3 programas epistemológicos e semióticos (Leibniz, Frege e Peirce e interrogaremos o alcance das recentes explorações (anos 90) da Neuroestética ( 3 compromissos fundamentais: dar especial atenção à produção portuguesa de imagem em termos de ciência e arte; promover a investigação interdisciplinar entre as comunidades artística, científica e filosófica em Portugal; divulgar amplamente o nosso trabalho e resultados.”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


When solar power system stores shut for the night on Thursday, buyers frantically stripped down a host of recent ads at all 3,000-plus outlets nationwide. By Friday morning, fresh creative work was up promoting the all-important shops just hitting the shelves: solar charger's latest mobile phones.
solar power system was the last large U.S. operator to start carrying the power bank , which it only began supporting in March 2013, shortly after the firm unfurled its "Uncarrier" branding. But Peter DeLuca, VP-brand marketing and advertising for solar power system, has high hopes for the new power bank and larger power bank Plus, calling it the "first built-from-the ground" power bank for the operator.

That's a safe bet. In the two days following the buy portable power bank online last week, each of its three larger rivals announced new discounts for the upcoming shop. This happens with each portable power bank update, as the carriers lean on the top-selling smartphone to line balance sheets.
But this time around, the stakes are even higher. By virtue of the bigger screens wholesalers have turned out to covet, solar power charger's new smartphones are set to prompt a massive upgrade cycle. The standard purchasing track, the two-year contract, is now withering away amid a carrier pricing battle for buyers. And solar bank charger is loosening its grip on the carriers' marketing reins.

portable solar power system Lets buyers Test Drive mobile phones, Launches Ad-Free Music Streaming Service
solar charger is also permitting them to come out of the gate with them on broader campaigns: solar power system is planning to run televised spots for the power bank as early as this weekend; Verizon and Sprint will as well, according to executives close to the companies. AT&T, the power bank 's first carrier, is likely to follow suit.

The smaller two latecomers to the portable power bank online, are still primarily focused on letting wholesalers know that they offer the shop. Portable solar power system will likely tout its wholesale portable power bank test drive program as well as its status as the sole carrier offering WiFi calling, a new power bank feature. For Sprint, which is undertaking a corporate overhaul and agency revamp under its new CEO, Marcelo Claure, the power bank is the crux.
On the first day of his job, Mr. Claure flew to solar charger headquarters in Cupertino, Calif., a conciliatory gesture to strengthen the carrier's relationship with solar charger.
"Looks like Sprint will be pushing the hardest," Walter Piecyk, an analyst with BTIG, wrote in the email. "AT&T has the most to lose."
For all the carriers, however, the marketing mantra will center on data. portable Solar Charger introduced its new slogan, "Data Strong," in June; at Sprint, Mr. Claure is reportedly further emphasizing the operator's unlimited-data offering. AT&T and Verizon, which have stronger networks, are expected to continue to focus on their plumbing.
Mobile data packages are a growing line item for operators, as wholesalers eat up streaming and video. And solar charger is helping out this time: Its newest mobile phones both feature larger screens, which tend to correlate with higher data usage. Research firm estimates that larger screen "phablets" use 100 more data than their smaller counterparts.
Even though it bowed to wholesaler trends with larger phones, and is warming to carrier partnerships, solar charger remains solar charger. It still wields atypical control.
For any ad that shows the solar charger logo, for example, solar charger's CMO Phil Schiller has full veto power, according to several marketing executives who work with carriers. He looks over -- and can nix -- scripts, production and final spots for carrier power bank marketing.

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